6 de novembro de 2012

Eu erro, tu erras, nós erramos, vós errais e eles erram...

Não posso de jeito nenhum. Hoje errei um exercício no quadro: "NOSSA, como podemos aprender assim???" Ironia ponto e vírgula. Faço-me de morta. Outro dia um aluno disse-me, esqueci a expressão, mas que eu as vezes me faço de tonta....eu não admito que pense isso!!!Quero que tenham certeza. Faço-me de TONTA por enésimas vezes.
Quando bebê ao tentarmos colocar o dedo na tomada, olhamos antes e esperamos o Nãaaaaaaao!
Quando crianças nos vemos em meio a surra e não entendemos por que isso aconteceu. A não ser que a mãe vá dando as chineladas e fale: essa é por isso (TAL) essa é por aquilo (Tal, Tal).
Quando adolescentes erramos já com consciência...há coisas que é muito bom errar. Outras não podemos nem pensar. O bom mesmo é o julgamento que fazemos do adulto, ah...isso chega a ser perverso...muito bom! "O meu pai, meu EX-SUPER-HERÓI, erra...que absurdo! A minha mãe, é ridícula, se veste mal, só fala asneira. Ser visto ao lado dos avós???Nem... Eu quero é causar!  Minha professora????Uma porcaria assim como minha escola!
Quando adultos vestimos a roupa de quem falou o primeiro Nãaaaaaaaaaaao, somos donos do chinelo do TAL, TAL e TAL e por fim aquele lixo visto pelos adolescentes.
Se acreditam que a terceira fase descrita foi um exageiro, basta tomarmos um remédio para a memória. Pode ser que 90% do que foi pensado por um adolescente não coincida contigo, nos seus anos dourados. Os 10% já são o suficiente para hoje  vermos o quanto não aceitamos errar.

Principalmente uma adultescente.

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