31 de dezembro de 2009

ANO NOVO - VIDA NOVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Minha vida, vida nova! Assim eu espero pois essa mudança vai fazer muito bem para mim. Há quanto tempo preciso disso...os anos passam e eu fico assim, estacionada. Preciso acreditar em mim: quanta insegurança! Preciso me valorizar: não preciso me submeter a certas coisas. VOU MUDAR! PRECISO MUDAR! FELIZ 2010!

22 de dezembro de 2009

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Preciso desabafar....
Puxa, não sou de reclamar da minha vida....no entanto sofro, como todo mortal. "Por que deixei de fazer certas coisas?" Sou casada, tenho dois lindos filhos e me indago: por que não posso viver a minha vida, MINHA PRÓPRIA VIDA, sem achar que serei uma péssima mãe? Serei mais óbvia: hoje eu iria numa confraternização com os colegas de escola e acabei por decidir não ir...sei lá porque. O Carlos ficaria em casa com as crianças, no entanto ele abdicaria de ir em sua confraternização por esse motivo. Como eu acabei desistindo da minha "festa" ele resolveu ir na dele e não sei por que "cargas d'agua" estou furiosa com a ideia. Eu sinto muita falta de me divertir com amigos....honestamente tenho a sensação de que se eu começar a desfrutar desse mundo irei perder meu interesse pelo meu esposo e serei uma péssima mãe. Mas a necessidade que tenho de vivenciar o que eu perdi de minha vida às vezes aflora e caio em deprê. Como trabalhar essa ideia em minha mente? E tanta besteira que passa em meu pensamento? Como me livrar delas?

Ansiedade

Que remédio, não halopata, cura ansiedade? Talvez homeopata, não sei....É crônica. Quando paro para pensar na mãe que sou, na profissional que sou, na pessoa que sou....entro em parafuso...me arrependo de tantas atitudes e fico remoendo.

Recebi um tel da madrinha que falou sobre o Henri praticar esporte...é alto demais e não faz nada. Sei disso e estava planejando colocá-lo em algo em 2010. Mas, da forma que ela fala me irrita. Eu acabo respondendo de forma grosseira como se eu já soubesse de tudo nessa vida. Porém, logo depois da ligação, lá estou eu no tel pedindo informação no SESI e em academias de natação. Não bastando ligo empolgada ara o Carlos e ele, talvez pelo monte de trabalho não dá tanta importância como eu desejava e diz que não poderá contribuir com dinheiro pois no ano que vem ele fará inglês e facul. Também não fui muito amistosa ao ouvir isso. Desliguei. Bom, apesar de ouvir atravessada minha madrinha e ouvir um não do meu marido, tomarei providência eu mesma, afinal Henri tem uma postura ruim de coluna e só pensa em ficar em frente ao pc e ao vídeo game.

O fim de uma ano na casa da minha mãe, conseguimos juntar "um dinheiro" para o "distante sonho de ter a casa própria. Seria uma entrada equena para financiarmos o resto. Já não si bem e estou em dúvida se compro a casa ou o terreno.Como disse, Carlos e seu trabalho "trabalhoso" não vai atrás das coisas e eu...fico procurando anúncios, pesquisando, pesquisando....sonhando. Afinal o dinheiro da entrada nem é tão bom assim.O PAI também sonha porém seu tempo é curto. Nós mulheres nem temos o DIREITO de ter tempo curto.Ufa! Estava precisando desabafar hoje....o que me faz realmente mal é a ansiedade. Queia ter mais segurança em minhas atitudes.

Uma boa notícia para mim é que eu estou indo a casa de Deus 1 vez por semana. Sinto-me feliz por lembrar daquEle que não esquece de mim...sou mal agradecida. Da última vez Pedro caiu de nuca no banco, não foi nada, mas me deixou tão preocupada que acabamos por sair antes da missa terminar.

O Natal chega e comele esperança e motivação para dias melhores.

Desejo a todos um Ótimo Natal e Um Ano Novo repleto de realizações e principalmente saúde.

UM BEIJO.

2 de dezembro de 2009

Mais um ano, mais vidas passaram por mim.

Esse ano em especial fiquei um pouco desmotivada com o percurso da educação em nosso país. Talvez por ver que alguns esforços remetem-se a um mesmo ponto. A violência se instala nas instituições que, para nós, pais e professores deveria ser o foco de aprendizagem e socialização. Para parte dos pais a educação cabe à escola (exclusivamente) e para alguns professores "vem de casa" e o trabalho casa-escola perde seu valor. Não posso deixar que esse pensamento reflita no meu relacionamento com meus pupilos. Eles são as vítimas do processo.

EM CASA, NO LAR: Meu Henri foi para o 4º ano. O encerramento foi emocionante. Meu Pedro, genioso (por que o segundo tende a ter personalidade forte?) não mama, como já havia dito e está inapetente porém toma bastante leitinho. Aqui, quando um tem fome, o outro não. Vai entender...talvez para um contrariar o outro...A resposta da questão entre parêntese, nós pais até sabemos: O primeiro é cercado por medos, anseios, cobranças...já o segundo nem tanto, tazlvez pelo medo de recorrência ao erro. "Os segundos" crescem mais livres....autônomos e "mal-educados" Se estou errada, corrijam-me.
Em alguns momentos não consigo lidar com a petulância -ciúmes do Henri. Pedro já sabe como chamar a atenção e o provoca jogando as coisa e querendo, justamente o brinquedo que está em posse do irmão. "Cadeirinhas" da reflexão (como diria super Nani), Diálogos francos (como diria Içami Tiba)...não surtem resultados imediatos, como nós gostaríamos.A paciência para tanto é a "alma do negócio". Não sou a favor de bater. Mas as palmadas às vezes são inevitáveis. Ai, ai....No final somos como todos: em busca do melhor para nossos filhos. Enter erros e acertos assim vamos.
PAPAI: Estamos em fase de enroscos.
FINAL DE ANO: O Espírito do Natal está enter nós. Amo o Natal.

Que Deus abençoe a todos, com muita saúde esperança e alegrias.