Algo estranho no ar. Passamos um pelo outro como se fossemos desconhecidos ou apenas conhecidos. Chegamos a sentar e conversar sobre como seria a partilha...de tudo, menos dos filhos. Esses ficariam comigo, ele poderia vê-los todos os dias mas para sair deveria ser nos dias combinados....parecia tudo tão óbvio. No entanto, quando cada um põe a cabeça no lugar pensamos que uma grande barra seria enfrentada...nos abraçamos, choramos...reatamos. É o mais cômodo...é a nossa opção....pelo menos por enquanto ou pelos próximos 50 anos.
Um comentário:
Ô amiga!!!!!!
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